Ah, os tabloides ingleses, eles nos fazem ver o mundo como ele realmente é... ou seja, como não gostaríamos que fosse. Frases tolas como é doce morrer no mar, quero morrer no Carnaval, morrer nos teus braços seria o paraíso, etc e tal, perdem imediatamente qualquer foro de veracidade quando confrontadas com um simples e corriqueiro episódio da working class life.Claire e Steven se amavam, espiritual e sexualmente. Claire, dona de portentosos seios de 40 litros de volume e mais de uma pedra de peso, cada (sim, os ingleses, além de libras, usam pedras para medir a massa de suas crianças, de seus sacos de carvão e, aparentemente, dos seios de suas mulheres), quando sobre o tálamo se entregava às delícias de Eros, sempre acedia aos desejos do Steve, que queria se perder em meio ao latifúndio mamário da amada. Mal depunha Steve a cabeça naquele vale de inconfessáveis promessas, Claire a envolvia com suas tetas robustas e portentosas, apertando o amado com apaixonado fervor.
Eis que um dia, após o mergulho divinal, Steven começa a espernear e dar tapinhas no braço da parceira. Claire pensa lá consigo: o Steve, hoje, está mais excitado do que nunca. De repente Steve para, imobiliza-se, e assim fica por minutos. Clara enfim desconfia. Afasta os seios e encontra Steve hirto, pálido, exangue.
Ela corre a telefonar para Emergência quando ouve uma tosse fraca. Steve abriu os olhos, porém está desnorteado, como em transe. Mas está vivo. Candidamente, depois de recobrar enfim toda a energia vital, o rapaz declara: "Achei que tinha chegado a minha hora, foi de arrepiar!"
Infelizmente o namoro dos dois durou apenas mais uns meses, Steven ficou com medo de fazer sexo de novo. Claire agora pensa em transformar os seios, que são verdadeiros, de motivo de susto em meio de vida, tornando-se modelo e cobrando para exibi-los ao público interessado.
Se você for um deles, procure-a em Blackpool, Lankashire.
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